Cachos em alta

24/01/2017

Crianças entre 5 e 12 anos contam que não gostam dos seus cabelos. “Bonito para mim é liso”, conta a Maria Eduarda, no novo filme da Dove. No final, família e amigos cantam um hino de amor aos cachos. Um reforço à mensagem que “garotas rodeadas por gente que ama seus cachinhos têm 7 vezes mais chances de amar os seus”.

Os dados são de uma pesquisa de autoestima feita pela empresa: só quatro em cada 10 meninas de cabelos cacheados gostam do seu cabelo. O estudo realizado pela Edelman Intelligence, que entrevistou 859 crianças, adolescentes e mulheres com cabelos encaracolados, no Brasil, EUA e Reino Unido.

Ame seus cachos é uma recriação com brasileiros da campanha Love your Curls, lançada em 2015 nos EUA (e você leu aqui no blog) da Ogilvy Paris. No final, família e amigos cantam um hino de amor aos cachos.

As peças para mídia exterior, criadas pela F.biz, convidam o público a libertar “toda a beleza dos seus cachos”.  Todo o tráfego do filme “Ame seus cachos” será direcionado para uma landing page, onde os usuários poderão gerar seus próprios GIFs. O público também é convidado a revelar o orgulho por seus cabelos cacheados e crespos por meio da hashtag #AmoMeusCachos.

Autoestima

De acordo com a Dove, a preocupação com a beleza é um problema sério e uma questão importante para as meninas de todo o mundo. As meninas australianas afirmam que a imagem corporal é uma das três maiores preocupações que têm na vida. No Japão, 1 a cada 3 meninas na faixa dos 6 aos 8 anos sentem pouca autoconfiança corporal. Nos Estados Unidos, 81% das meninas de 10 anos têm medo de engordar. E mais de 110 mil meninas brasileiras realizaram cirurgia plástica estética em 2009.

Um estudo global da marca revelou que 6 de cada 10 meninas deixam de realizar atividades importantes porque não estão satisfeitas com a própria aparência. Estudos realizados na Finlândia, na China e nos Estados Unidos apontam que o relacionamento das meninas com a própria aparência afeta o desempenho escolar: as meninas que acham que estão acima do peso, independentemente do peso real, têm notas mais baixas. E o impacto negativo da baixa autoconfiança corporal não acaba com o fim da adolescência. 17% das mulheres afirmam que deixam de ir a entrevistas de emprego e 8% faltam ao trabalho quando estão insatisfeitas com a própria aparência. Leia mais no hotsite sobre autoestima da Dove.


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