Se pudessem compartilhar..

25/09/2017

Os animais, infelizmente, não podem falar. Muito menos podem compartilhar. Mas imagine por um segundo que pudessem. E que têm câmeras e telefones celulares para compartilhar as imagens ao seu redor nas redes sociais. O que eles mostrariam?

Esta campanha indiana explora isso e pede que as pessoas compartilhem as imagens já que eles não podem. O objetivo é aumentar a conscientização sobre a degradação acelerada do meio ambiente.

A campanha foi criada pela JWT da Índia para a Fundação Sanctuary Nature, principal portal de natureza e conservação da Índia. Com uma ampla rede internacional que inclui especialistas em mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, biologia da vida selvagem e política internacional, a Fundação Sanctuary Nature é uma posição única para introduzir idéias inovadoras e evolutivas para resolver problemas de mudanças climáticas e conservação.

Quase extintos

A revista Mundo Estranho fez um ranking com os 10 animais com maior risco de extinção no mundo.

O primeiro da lista é o rinoceronte-branco-do-norte. Existem apenas três exemplares da subespécie no mundo, um macho e duas fêmeas, e elas estão em semicativeiro com segurança 24h. Originários de várias partes da África, os rinocerontes-brancos-do-norte quase sumiram do mapa por causa da caça ilegal pelos seus chifres, que valem fortunas no mercado negro oriental porque supostamente curam doenças.

O segundo da lista é o leopardo-de-amur. Hoje, são apenas 60 leopardos-de-amur vivos na natureza – e isso porque os esforços de conservacionistas conseguiram dobrar a população em oito anos. Isso mesmo, em 2007, eram 30 leopardos.

O terceiro neste ranking triste é o rinoceronte-de-java. Originalmente encontrado em várias partes do Sudeste Asiático, China e Índia, os menos de 60 restantes só existem agora na ilha principal da Indonésia. O último exemplar do Vietnã foi caçado e morto em 2010, época em que seu chifre valia mais do que ouro no mercado negro. O animal também está à beira da extinção pela destruição do seu habitat durante conflitos e guerras na região.


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