21/12/2016

Santa Clara

Chega de Papai Noel ser a estrela do Natal!

Substituindo o Papai Noel

21/12/2016

Todo ano, a ceia do Natal tem que sair perfeita. Os presentes e a decoração impecáveis. E a maior parte do trabalho é delas, sem muita ajuda. Mas a grande estrela da festa é ele: o Papai Noel. Mas, isso pode mudar com a chegada um novo ícone natalino: Santa Clara – uma brincadeira com o nome do Papai Noel em vários países, Saint Claus.

O personagem Santa Clara usa agasalho azul e é todas as mulheres. Porque elas também devem se divertir no Natal com o resto da família e amigos. E não só trabalhar para que tudo esteja perfeito. O filme soa como um manifesto libertário para aquelas mulheres que passam a véspera da noite natalina se esmerando na cozinha e enfrentam shoppings lotados.

A ideia é da rede de megastores Lidl, que tem 10 mil lojas em 26 países da Europa. A empresa substituiu em suas lojas e toda o material promocional para o período, o velhinho de barbas brancas pela Santa Clara. O interessante também é a conexão que fazem na valorização da mulher com o conceito criativo. A mensagem da estratégia criativa é: o Natal é para todos desfrutarem. Como deve ser também a experiência (eles garantem) na Lidl. A criação é da agência Überground, de Hamburgo (Alemanha). Além de filme, impressos e rádio, a campanha está no Facebook, Youtube, Instagram, Pinterest, Snapchat e Soundcloud.

Confira abaixo o videoclipe com a cantora Emily Roberts, produzida pela Zwei Music o e parceria da BMG.

Elas trabalham mais e ganham bem menos

No início do mês, o IBGE divulgou novos dados sobre as discrepâncias salariais entre homens e mulheres. O salário delas é, em média, 76% do que eles ganham. Em 2015, eles receberam, em média, R$ 2.012, enquanto elas, R$ 1.522. Elas também ocupam menos cargos de chefia – 6,2% dos trabalhadores homens no Brasil – apenas 4,7% mulheres são chefes e, nessas funções, recebem apenas 68% dos salários deles.

No ano passado, as brasileiras gastavam, em média, 20,5 horas por semana com afazeres domésticos, enquanto, os homens, 10 horas. Essa diferença, de acordo com o IBGE, mudou pouco desde 2004, quando a pesquisa começou a ser feita. No total (somando o emprego com os afazeres domésticos), as mulheres trabalharam quase cinco horas a mais do que os homens por semana, em média, no ano passado. Com informações do UOL.


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