Chega de racismo
A Premiere League é bem organizada, extremamente disputada e recheada de belos lances. Mas não é de hoje que os casos seguidos de racismo têm manchado a imagem da liga.
A Premiere League é bem organizada, extremamente disputada e recheada de belos lances. Mas não é de hoje que os casos seguidos de racismo têm manchado a imagem da liga.
Novo filme do BK traz frases publicadas nas redes sociais para ajudar a diferenciar a opinião do preconceito.
Empresa obteve lucro bilionário enquanto parte da população mais conservadora dos EUA postava vídeos ateando fogo em seus tênis Nike em sinal de boicote.
A Nike se envolveu em mais uma polêmica. Campanha com jogador de futebol americano criticado por Trump irritou alguns consumidores, que boicotaram a marca.
Nus contra o preconceito. A nova e provocativa campanha da Benetton critica o racismo celebrando a diversidade étnica, uma das marcas da empresa desde os anos 80.
O filme mostra o desafio de ser pai de um jeito bem humorado. Mas 40% das reações à campanha são negativas. A reação é um tapa na cara de quem diz que não existe racismo no Brasil.
Netflix recriou em filme uma foto icônica para celebrar um novo momento de mais oportunidades na indústria cinematográfica para negros.
Para mostrar que todas as vozes juntas – de brancos e negros – é que trazem harmonia, esta campanha contra o racismo inventou um piano bem diferente.
Acusada de racismo, a marca de roupas sueca H&M fechou temporariamente suas lojas na África do Sul após uma imagem de seu catálogo causar comoção mundial.
A Absolut iniciou em outubro uma campanha por um mundo melhor. A mais nova é a revitalização por artistas de um bairro destruído pelo terremoto no México.
Algumas crianças foram conhecer um novo brinquedo que será lançado para o Natal: um muro estilo Lego. Pelas caras já dá para imaginar o que elas acharam.
O racismo velado, às vezes exercido de forma inconsciente, faz com que muitas pessoas acreditem não serem preconceituosas. E a publicidade reflete isso.
Você trabalharia em um lugar que iria sofrer bullying, teria de mudar a aparência, aceitar piadas e nenhum plano de carreira? Pois esta é a realidade de muita gente.
Em 2017 ano a população negra no Brasil representará um consumo de R$ 1,6 trilhão. Mas, para 72% dos negros, a propaganda está longe de representa-los.
Lázaro Ramos se juntou à campanha contra o racismo nas redes sociais. Nos últimos dois dias a #coisadepreto ficou entre os assuntos mais comentados.
Slogan do movimento contra a segregação racial foi usado para vender uma nova marca de papel higiênico preto. A repercussão foi pra lá de negativa nas redes sociais.
Só 2 em cada 10 brasileiros admitem ser preconceituosos, diz pesquisa do Ibope. Mas 83% dos entrevistados assumem jcomentários racistas, machistas ou homofóbicos.
O responsável principal é o chamado “racismo estrutural” no país, que priva de oportunidades os negros. Daí a importância de medidas de inclusão, como as cotas.
Após a violência de Charlottesville, viraliza nas redes sociais um vídeo de propaganda anti-fascista da época da Segunda Guerra Mundial!
Uma em cada 3 mulheres é vítima de preconceito por conta da aparência dos cachos, e com que 4 em cada 10 mulheres se envergonham do próprio cabelo.
#PrecisamosFalarSobreRacismo traz uma série de vídeos inéditos com relatos de pessoas comuns e influenciadores digitais, vítimas de preconceito racial.
Há pouco tempo seria difícil imaginar que uma mulher negra e um homem abertamente gay protagonizariam uma propaganda em horário nobre da televisão brasileira.
Mães e filhos têm conversas sérias sobre um monte de coisa. Mas alguns diálogos envolvem um tipo de crueldade difícil das crianças entenderem: o racismo.
Uma cidade canadense resolveu enfrentar o racismo local expondo-o em outdoors e na internet. A estratégia está dividindo as opiniões entre os moradores.
Um experimento social mudou as regras do Banco Imobiliário com algumas crianças. Além da sorte, elas precisavam vencer a discriminação de gênero, etnia e nacionalidade.
O medo de atos de terrorismo causou um efeito colateral perigoso: a discriminação de pessoas que são ou se parecem com árabes.
Quando você deixa o poder de decisão nas mãos de outras pessoas, o resultado pode ser bem diferente daquele que você espera. Especialmente quando se trata de eleições.
Segundo o MP, a publicidade não é apenas uma atividade econômica, mas também uma expressão cultural. Por isso, deve refletir a pluralidade étnica e cultural brasileira.
Ser índio no Brasil é enfrentar o racismo e o preconceito todo dia. A razão é absurda: como todos nós, eles também incorporam hábitos e tecnologias não-indígenas ao seu dia a dia.
Solta este black é um projeto premiado de autoestima e contra o machismo, criado por alunas de uma escola da rede pública de ensino do Rio de Janeiro.
Para provocar a discussão sobre o racismo no mercado de trabalho, a agência Havas de Chicago montou uma pista de “obstáculos” com situações que profissionais negros vivenciam.
Esta campanha mostra um Frankestein se esforçando para fazer parte de uma pequena comunidade durante a comemoração de Natal. É uma bela metáfora sobre empatia e aceitação.
Com o conceito “chega de fingir que é normal”, esta campanha causou uma enorme repercussão ao perguntar a opinião de profissionais de RH sobre as tarefas executadas por pessoas brancas e pessoas negras.
A Nike está, de novo, com uma campanha contra o machismo com o novo filme da campanha Unlimited Greatness, celebrando a tenista super-campeã Serena Willams. A atleta é um ícone também na luta contra o racismo.
Ela foi vítima de racismo na internet. Hoje, Rafaela Silva deu um wazari na intolerância. A primeira medalha do Brasil nas Olimpíadas do Rio é de uma mulher negra, criada na Cidade de Deus.
A campanha #23Ways reuniu artistas para denunciar a violência policial contra negros nos Estados Unidos. Mas ela bem pode ser usada para denunciar a realidade também no Brasil.
Atriz de Ghostbusters sofre série de ataques racistas pelo Twitter. A rede social cancelou conta do usuário que incitava os ataques, banindo-o para sempre, e promete ser mais dura contra o assédio e discurso de ódio.
O portal de humor College Humor resolveu falar sério e lançou o Diet Racist, a bebida criada pra quem jura que não vê diferença entre as pessoas, mas sempre tem um comentário “meio” racista.
A ONG australiana Beyond Blue lançou uma nova campanha alertando para o racismo ainda que velado, que pode levar à depressão e crises de ansiedade. No filme da campanha “Invisible Discriminator” são apresentadas diversas situações do cotidiano e um ator vestido de preto dá vida ao preconceito, uma expressão da voz interior.
Campanha contra o racismo viraliza nas redes sociais com apoio de atletas e famosos. A estratégia #somostodosmacacos foi criada pela agência Loducca e lançada na web pelo jogador Neymar Jr, vítima constante de racismo.
Buscas do google: a associação de palavras-chaves revela racismo.
Esta campanha premiada provoca: a cor da sua pele pode mesmo determinar o futuro profissional de alguém?
Marca de cosmésticos The Body Shop mobiliza australiana em ação contra racismo.
Campanha criada pela Leo Burnett fala que racismo não pode fazer parte do Futebol.
Além da solidariedade, a campanha da Rede Globo, falou sobre três temas urgentes que envolvem as crianças: racismo, desigualdade de gênero e violência.
O Big Data e a crise econômica escancararam o potencial discriminatório de uma sociedade. A gente reproduziu aqui a reportagem especial do UOL TAB. Está imperdível!
Este projeto da fotógrafa Carolina Castro quer ensinar às meninas desde pequenas que o cabelo crespo é lindo e motivo de orgulho.
Afroflix é uma plataforma colaborativa que disponibiliza filmes e vídeos grátis. Mas com uma condição: eles devem ter ao menos uma pessoa negra como realizadora.
Uma agência americana pegou as piores frases do candidato à presidência dos EUA, Donald Trump, e transformou em um jogo nada engraçado.
Narrado por artistas e líderes religiosos, esta campanha contra a intolerância fala sobre um dos direitos fundamentais do nosso povo: a liberdade que qualquer brasileiro tem de praticar a sua fé.
Em supermercados, perfumarias e farmácias, os produtos para mulheres negras ficam em uma seção “especial”, chamada étnica. Campanha da marca de cosméticos Shea Moisture aponta racismo e quer o fim da segregação nas gôndolas.
O consumidor sempre tem razão. A GAP se desculpou por imagem de propaganda no Twitter que foi considerada racista. Entenda a polêmica.
O secretário- geral Ban Ki-moon afirmou que está profundamente alarmado com o aumento de casos de intolerância, visões racistas e violência causada pelo ódio em várias partes do planeta.
Por que não existem princesas negras? Por que precisamos de princesas? Duas histórias sobre iniciativas diferentes que falam de racismo, autoestima e empoderamento feminino.
Com o slogan #SpeakupSpeakout, a universidade Western Sydney lançou uma série de vídeos que estimulam a população australiana a reagir e levantar a voz contra os casos de intolerância. A ação faz parte do projeto Challenging Racism, criado com a colaboração de outras universidades australianas.
O pessoal do Canal Boom, especializado em pegadinhas, resolveu falar sério mais uma vez – eles são os autores da ação que cobriu de post it um carro estacionado em vaga para pessoas com deficiência. O tema escolhido foi racismo. As cenas, no entanto, mostraram agressões e abuso policial envolvendo o líder do grupo, o youtuber Tiago Fonseca.
Para mostrar que o racismo virtual gera consequência reais tanto para a vítima quanto para o agressor, a ONG Criola rastreou a origem de comentários ofensivos e os expôs em mobiliários urbanos perto de onde moram ou trabalham os agressores.
O clipe de “Chains”, nova música do cantor Usher, mostra histórias reais e usa a tecnologia de reconhecimento facial para estimular o espectador a encarar o racismo.
Na campanha “São Paulo contra o Racismo”, a Federação Paulista de Futebol e o Governo de São Paulo convidarão os torcedores de Palmeiras e Santos a darem cartão vermelho para o racismo durante as partidas da final do Campeonato Paulista.
A campanha do Starbucks “Race Together” tinha o objetivo de discutir o problema de racismo nos Estados Unidos. Mas ao contrário do esperado, ela não foi bem recebida por parte dos seus clientes.