Violência contra mulheres
O monitoramento das redes sociais revelou debate acerca do uso da palavra feminicídio e temor na possibilidade da liberação das armas.
O monitoramento das redes sociais revelou debate acerca do uso da palavra feminicídio e temor na possibilidade da liberação das armas.
A ativista e vencedora do Nobel da Paz, a paquistanesa Malala Yousafzai, estrela a campanha Leia para uma criança” do banco Itaú.
Ao longo da História, mesmo mulheres que fizeram coisas notáveis se tornaram invisíveis. Esta campanha deu um jeito de destacá-las e levou dois leões em Cannes.
Quando a Inglaterra joga na Copa do Mundo, as denúncias de violência doméstica sobem em 26%. Quando a Inglaterra perde, esse número aumenta em 38%.
A campanha da associação de floristas das Espanha diz que as flores não servem para pedir desculpas. Aliás, nada pode “desculpar” a violência contra as mulheres.
Futebol é sim coisa de mulher. Mas, no Brasil, toda uma geração talentosa de jogadoras é desperdiçada pelo ranço machista. O time feminino do Corinthians quer virar o jogo.
As crianças entenderam de cara. Mas parece que tem muita gente que precisava de umas aulinhas com elas quando o assunto é desigualdade.
Quem não gosta de homenagens e mimos? Mas, neste Dia Internacional da Mulher, elas querem muito mais. Pra começar: respeito, o fim do assédio e da violência.
Assédio nas agências de publicidade: 90% das mulheres já foram vítimas. A pesquisa ouviu 1400 pessoas que trabalham em empresas de comunicação de São Paulo.
Propaganda chinesa foi acusada de machismo por reforçar preconceito contra solteiras. Mulheres que não casam até os 27 anos são consideradas “sobras da sociedade”.
Está na hora de dar uma marretada em todos esses estereótipos que mantém as mulheres aprisionadas, na penumbra, sem espaço. E a reforma começa dentro de casa.
Vivemos em um país que registra 10 casos de estupro coletivo ao dia. Uma mulher abusada quer ser acolhida, ouvida e curada. É hora de praticar a empatia.
A agência paraibana TagZag realizou uma pesquisa nos 9 estados da região, com 200 publicitárias: 71% das profissionais da área já sofreram assédio no trabalho.
Uma em cada 3 mulheres é vítima de preconceito por conta da aparência dos cachos, e com que 4 em cada 10 mulheres se envergonham do próprio cabelo.
Segundo a ex-modelo e atriz, Luiza Brunet, a violência psicológica é terrível, destrói a nossa existência. As mulheres perdoam demais. É preciso denunciar.
Hoje, antes das 17h, mais de 30 mil mulheres brasileiras já tinham sofrido algum tipo de agressão. Os dados são dos Relógios da Violência do Instituto Maria da Penha.
Quem tenta se adequar aos atuais padrões estéticos de moda e beleza sente os efeitos na pele. E não é nada bonito de se ver.
Empresas não devem virar ONGs, mas o empoderamento feminino é um caminho sem volta. Quem não entrar logo no movimento, não terá lugar nele no futuro.
Todo ano, a marca de brinquedos GoldieBlox faz uma campanha homenageando mulheres de destaque para inspirar as meninas e vencer os estereótipos.
As meninas começam a acreditar que os homens são mais inteligentes do que as mulheres bem cedo, aos 6 anos de idade. A pesquisa foi publicada pela revista Science
Nos EUA, as agências vêm a público dizer que podem mudar o jeito de fazer propaganda. Executivos ouvidos pela Adweek prometem acabar com os estereótipos de gênero.
Propagandas sexistas ou com estereótipos de gênero podem ser banidas da Grã-Bretanha a partir do ano que vem. De acordo com um estudo, elas fazem mal à toda a sociedade.
A música Beijinho no Ombro não é mais a mesma. O recalque e a disputa deram lugar à sororidade, palavra que não tem no dicionário e se popularizou na internet.
Podemos mudar nosso destino se mudarmos o nosso jeito de enxergar as coisas. Esta campanha, voltada para as mulheres, quer inspirá-las a resistir às pressões sociais.
Esta campanha para o Dia dos Namorados causou polêmica nas internet por trazer de uma história real de amor. Os homofóbicos não curtiram e a resposta da marca foi a melhor.
Leve, romântico, divertido. O novo comercial da campanha para o Dia dos Namorados da Natura escolheu mostrar um casal de meninas para celebrar toda forma de amor.
Em 2017, até o início deste mês, 117 pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) foram assassinadas no Brasil devido à discriminação à orientação sexual.
A escritora inglesa Laura Bates criou um site em que mulheres podem relatar abusos e assédio. E sofreu contínuas ameaças de morte e estupro por isso.
A #EuViviUmRelacionamentoAbusivo está em primeiro lugar entre os assuntos mais comentados no Twitter, com muitas mulheres contando suas histórias.
No médico, no trabalho, na vida. As mulheres sofrem assédio sempre. E muitas vezes seguem caladas. Por medo ou porque é convencida que “faz parte”.
Uma travesti começa a ser hostilizada por um sujeito homofóbico nas ruas de São Paulo. O que você acha que vai acontecer?
No Metrô da Cidade do México, onde 9 em cada 10 mulheres sofre assédio sexual, um assento reservado aos homens causou enorme desconforto.
O jornal Estado de S. Paulo desafiou publicitários a criar campanhas para a conscientização da violência contra a mulher. Valendo uma passagem para Cannes.
Em 2016, 12 milhões de mulheres sofreram ofensa verba e 4,4 milhões violência física. Em 61% dos casos, o agressor era conhecido.
As mulheres recebem 23% a menos que os homens para fazer a mesma coisa, ainda que tenham igual capacidade, experiência e formação. Um roubo, segundo a ONU.
As passarelas da SPFW foram palco de uma ação contra o assédio sexual, promovida pelo jornal O Estado de S. Paulo. O desfile pegou o público de surpresa.
Esta campanha contra o assédio sexual na rede de transportes públicos de Londres reduziu os ataques e aumentou o número de agressores punidos pela Justiça.
Conheça a história de Maria da Penha, a biofarmacêutica que inspirou a lei que tenta proteger as mulheres brasileiras da violência doméstica.
A Skol deixou para trás o passado de propagandas com mulheres seminuas. Na nova campanha Reposter, artistas dão toque feminista aos anúncios antigos.
As mulheres não querem mais que os homens. Querem aquilo que tem sido negado a elas durante muito tempo: igualdade de direitos e oportunidades.
Ícone da luta contra a violência contra a mulher no Brasil, Maria da Penha agora dá nome ao Aeroporto Internacional do Galeão no Rio de Janeiro.
No Dia da Mulher, organizações feministas de 30 países estão convocando as mulheres para uma greve geral. A ideia é provocar o debate sobre a violência e a desigualdade de gênero.
Solta este black é um projeto premiado de autoestima e contra o machismo, criado por alunas de uma escola da rede pública de ensino do Rio de Janeiro.
“O que vão dizer de você? Que você não devia estar aí fora? Que isso não é coisa de mulher? Que você não foi feita para isso?”
A Nike transformou uma canção popular na Rússia num manifesto pela igualdade de gênero. O país registra um dos maiores índices de mortes por violência doméstica no mundo.
Eles fazem cara de sofrimento e falam delas com aparente amor. Mas não se engane: não são dignos de nenhuma pena.
A internet não perdoa: não basta falar bonito, tem que ser autêntico. Veja porque a campanha da Audi defendendo a igualdade de gênero foi acusada de hipócrita nas redes sociais.
Não dá para ficar parado quando uma mulher é agredida no Brasil a cada 24 segundos. A nova campanha do Instituto Maria da Penha reforça a importância das denúncias.
“Eu quero dizer para as meninas lá fora. Haverá pessoas ao longo do caminho que tentarão minimizar o seu sucesso ou tomar o crédito por suas realizações.”
Nada mais sedutor que um homem que divide as tarefas domésticas. A brincadeira é de comercial para o Superbowl. Será que a publicidade está menos machista?
Uma das maiores empresas do planeta, a Unilever, divulgou no Fórum Econômico Mundial de Davos estudo mostrando que a propaganda reforça estereótipos. E promete mudar toda a sua estratégia publicitária.
A campanha era para mostrar a diversidade do povo americano. Mas causou polêmica e teve várias de suas fotos censuradas, entre elas mulher, criança negra e beijo gay.
Viver melhor #Basta é um vídeo sobre violência contra mulheres feito pelo compositor e poeta Monahyr Campos. E a gente aproveita para falar um pouco mais sobre o tema.
Carrinhos e bonecas para todos. Inspirada em Toy Store, esta campanha da Audi mostra que dividir brinquedos por gênero pode ser ruim para as crianças.
Esta ferramenta promete uma espécie de blindagem virtual para as mulheres que precisam pedir socorro ou de dicas para se livrar de uma situação perigosa.
É preciso quebrar a barreira do silêncio e falar sem medo sobre o machismo nosso de cada dia. No filme da campanha do Instituo Avon, depoimentos reais de homens e mulheres.
Sem se dar conta, você pode estar reforçando a cultura do estupro e a violência contra a mulher com piadinhas e comentários machistas. Neste filme, o ator Thiago Fragoso te ensina a parar.
Se o machismo for vencido pela igualdade de gênero, a vida fica mais fácil para todo mundo. O México quer mudar os hábitos e a cabeça dos homens no país.
Está em perigo? Chame a Angela. Conheça esta criativa campanha de prevenção à violência contra mulher que foi veiculada no mês passado no Reino Unido e viralizou no Twitter.
Hoje (11/10) é o Dia Internacional das Meninas e elas têm muito pouco a comemorar. De acordo com a ONU, a vida delas é cheia de obstáculos mesmo antes do nascimento.